Te amei ao ponto de perder o rumo de tudo quando te via passar; Te amava tanto, mesmo sem poder te tocar. Era um amor impossível, talvez. Sabia que mesmo com toda a sorte do mundo eu não teria minha vez. Mas não era opcional: Eu te amava. Te amava mais do que a mim mesmo. Era incondicional. espontâneo, imortal. E em todas as noites, por mais quentes que fossem, sentia frio. Sentia um frio que não era normal. Batia fundo. Doía a alma; Não era o vento soprando na janela que me contraia em calafrios, era a solidão por sua ausência. Era essa minha emergência de você. Era eu olhar pro lado e não te ver, não sentir o seu corpo estendido sobre a minha cama. Era um vazio, um aperto inexplicável. Sonhava com você mesmo estando acordado, e tinha pesados ao abrir os olhos durante o sono abraçando os travesseiros gelados. Sem seu calor. Sem você. Sem nós.
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Anndré, (PdM) - Madrugadas vazias, sem você. (via
segredosdeumpoeta)
Quando eu notei que morava em mim uma saudade tão avassaladora e incondicional, percebi que amava. Amava pra valer, com todas as minhas forças; Turvei meus pensamentos para todos os lados na inútil tentativa de apagar qualquer rastro emocional por você. Achava que fosse só loucura da minha parte, só uma brincadeira levada muito a sério… Não era! Eu amava. Já estava preso aos teus encantos, afogado na tentação de desejar você, seu corpo… te queria mais do que qualquer coisa nesse mundo. Pelas minhas entranhas formigavam a vontade de você. Trêmulos calafrios percorriam minha espinha quando o vento tocava minha pele nas noites caladas, sem você pra me passar seu calor.
Te amava mais do que um coração pode suportar, mais do que o infinito pode compreender, mais até do que a eternidade pode mostrar; por mais que haja distancia entre nossos corpos, o que sinto por você vai além, rompe os horizontes, vai além dos confins do nunca para alcançar seu sorriso espantosamente lindo.
Te amava, te amo, e te amarei mesmo que o sol não nasça, que a lua não brilhe, que as estrelas se ofusquem, e que o a chuva pare de cair. Te amarei até onde a vida e a morte permitir que eu ame.
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Anndré, (PdM) - Amor, até onde houver como… amar. (via
horizontes-opostos)